TRATAMENTOS TEA
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O transtorno do espectro autista (TEA) teve uma reestruturação na sua avaliação, que engloba uma variedade de condições que afetam o desenvolvimento neurológico, especialmente nas áreas de comunicação, interação social e comportamentos repetitivos. É um espectro, ou seja, pode aparecer de formas muito leves a mais intensas.
Quais são os sintomas: dificuldades na comunicação e interação social, padrões de comportamento repetitivos, alterações sensoriais, entre outros.
Como é feita a avaliação psiquiátrica
É realizado uma entrevista estruturada direcionada ao fechamento do diagnóstico, baseado nos critérios estabelecidos pelo DSM 5 e CID-11, correlacionados ao CID- 10 que estabelecem os sinais e sintomas de pacientes portadores do TEA de forma atualizada. Durante a consulta será avaliado o grau do TEA e o nível de suporte. É uma avaliação mais longa, onde são reservados dois horários.
Para essa consulta não é necessário ter realizado avaliação neuropsicológica, pois este, é um exame complementar realizado por um psicólogo (a) que faz uma avaliação e indica uma hipótese diagnóstica, assim com comorbidades que podem estar associadas. Caso você já tenha feito, pedimos que nos envie, pois sempre a avaliamos antes da consulta para já termos um direcionamento do que já foi observado na sua avaliação neuropsicológica.
O que inclui na consulta:
- Entrevista clínica detalhada
- Análise do desenvolvimento desde a infância
- Observação comportamental, avaliação sensorial
- Investigação de linguagem, socialização e rotina
- Triagem de comorbidades (TDAH, ansiedade, depressão, dificuldades sensoriais)
- Uso de instrumentos estruturados.
O psiquiatra usa instrumentos como auxílio, mas o diagnóstico é clínico. Uma vez diagnóstico, o paciente recebe tratamento adequado, psicoeducação, relatório médico e orientações quanto aos direitos de pessoas portadoras de TEA.
O TEA, atualmente é entendido como um transtorno do neurodesenvolvimento, com intensidade variável. Ele combina dificuldades sociais, comportamentos repetitivos e alterações sensoriais, podendo ou não estar associado a dificuldades intelectuais ou de linguagem. A avaliação psiquiátrica é fundamental para identificar o perfil individual, orientar manejo e oferecer intervenções que promovam autonomia, funcionalidade e qualidade de vida.
